exchange

Caneca de porcelana, Pancho Villa

Caneca de porcelana, Pancho Villa
Caneca de porcelana, Pancho Villa
Caneca de porcelana, Pancho Villa
Caneca de porcelana, Pancho Villa
Tabela de medida

Caneca de porcelana, Pancho Villa

lançamento promoção
Caneca de cerâmica, estampada por sublimação com acabamento de alta qualidade, excelente definição de cores e resolução da arte.
R$ 45,00 R$ 34,90
Formas de pagamento

PagSeguro


Frete

Calcule o prazo e valor para entrega

Mais

José Doroteo Arango Arámbula, mais conhecido como Francisco Villa e Pancho Villa, foi um dos chefes da revolução mexicana, cuja atuação militar foi decisiva para a derrota do regime de Victoriano Huerta. Morreu assassinado em Hidalgo del Parral, estado de Chihuahua. Era órfão e teve uma infância infeliz além de uma conduta muito rebelde na adolescência. Também foi lenhador, agricultor e comerciante antes de se tornar militar revolucionário. Chegou à presidência do México em 18 de janeiro de 1915. Durante a Revolução, era conhecido como "o Centauro do Norte". Algo curioso é que, algum tempo antes de morrer, já aposentado do exército, foi viver na cidade de Parral, no estado de Chihuahua, para passar o resto de sua vida, e, em suas próprias palavras, comentava com frequência "Gosto de Parral até para morrer". Nesse lugar foi assassinado e, ainda que atribuam o seu nascimento nesse lugar, sua cidade natal foi Durango.

El dia de Los muertos

No México, o dia dos mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os falecidos no dia 2 de novembro. Começa no dia 31 de outubro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. Além do México, também é celebrada em outros países da América Central e em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a população mexicana é grande. A UNESCO declarou-a como Património Imaterial da Humanidade[1]

As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.

O festival que se tornou o Dia dos Mortos era comemorado no nono mês do calendário solar asteca, por volta do início de agosto, e era celebrado por um mês completo. As festividades eram presididas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a "Dama da Morte" (do espanhol: Dama de la Muerte) - atualmente relacionada à La Catrina, personagem de José Guadalupe Posada - e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos.

É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar. Segundo a crença popular, nos dias 1 e 2, chamados de Días de Muertos, os mortos têm permissão divina para visitar parentes e amigos. Por isso, as pessoas enfeitam suas casas com flores, velas e incensos, e preparam as comidas preferidas dos que já partiram. As pessoas fazem máscaras de caveira, vestem roupas com esqueletos pintados ou se fantasiam de morte.

Coleção Signos

Bora escolher a sua?

Que tal vender produtos
Kozinhar em sua loja?